Mais uma vez o São Paulo vai levar. Esta é a realidade, os adversários não souberam matar o tricolor paulista, e ele ressurgiu do meio da tabela para o título.
A briga agora é pelas três vagas restantes para a Libertadores 2009. Os favoritos para as vagas são Grêmio, Palmeiras e Cruzeiro, mas o Flamengo tem boas chances. Na próxima rodada Grêmio visita o Ipatinga, Palmeiras visita o Vitória, Cruzeiro visita o Internacional e o Flamengo recebe o Goiás.
Palmeirenses é a hora do pulo do gato. Visivelmente o jogo mais difícil é o do verdão, não é gremistas, por isso uma vitória praticamente garante a vaga. Com todos os jogadores à disposição acredito na vitória do palmeiras sobre o Vitória da Bahia. Palpite para a partida: 2x1 para o Palmeiras.
Gremistas prestem atenção, o Ipatinga ainda tem uma remotíssima chance de escapar do rebaixamento, algo em torno de 0,00001%, mas isso basta para que os mineiros joguem a partida do ano, e convenhamos que os gaúchos estão abalados depois da goleada sofrida em Salvador, então todo cuidado é pouco para o Grêmio, que depois de se considerar campeão (não é meus colegas Sabonete e Bodinho), pode até ficar de fora da Libertadores, o que seria um desastre. Palpite para a partida: 1x0 para o Ipatinga.
Cruzeirenses aproveitem. O Colorado deve ir com os reservas, e isso será um prato cheio para os mineiros. Palpite para a partida: 2x1 para o Cruzeiro.
Flamenguistas a vitória é o único resultado para o rubro-negro, ao contrário podem dizer adeus à Libertadores. Palpite para a partida: 2x0 para o Flamengo.
Um blog para quem gosta de esporte. Aqui você encontrará análises e comentários sobre os clubes e as competições do Brasil e do mundo dos mais variados esportes. Seja bem-vindo e comente à vontade.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Quase no fim
O Campeonato Brasileiro chegou na reta final. O meu PALMEIRAS e o CRUZEIRO fracassaram, foram goleados e agora irão lutar pela última vaga para a Libertadores. FLAMENGO, GRËMIO e SÃO PAULO disputam o título de agora em diante. A maior chance é do São Paulo, mas o Grêmio pode aprontar. Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro esperam um milagre, porém se vencerem com certeza entrará para a história, assim como o jogo de ontem no Maracanã...
... o melhor jogo do Flamengo nos anos 2000, nunca antes a equipe jogou tanto. Fábio Luciano, Léo Moura e, principalmente, Íbison e Kléberson jogaram acima da média. Que pena tenha sido justamente contra o Palmeiras, que até tentou, mas mais uma vez sucumbiu diante dos seus próprios erros.
Analisando o restante da tabela, acredito que o campeão seja mesmo o São Paulo, Grêmio em segundo, Palmeiras em terceiro, Cruzeiro em quarto e Flamengo em quinto, mas tudo isso pode mudar.
... o melhor jogo do Flamengo nos anos 2000, nunca antes a equipe jogou tanto. Fábio Luciano, Léo Moura e, principalmente, Íbison e Kléberson jogaram acima da média. Que pena tenha sido justamente contra o Palmeiras, que até tentou, mas mais uma vez sucumbiu diante dos seus próprios erros.
Analisando o restante da tabela, acredito que o campeão seja mesmo o São Paulo, Grêmio em segundo, Palmeiras em terceiro, Cruzeiro em quarto e Flamengo em quinto, mas tudo isso pode mudar.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Eu estava lá
Eu tenho um ídolo, ele tem nome, coração e raça. São Marcos de Parque Antarctica.
Ontem eu me senti em campo no palestra, eu estava lá na ponta da chuteira do Marcão, eu estava lá nas subidas enlouquecidas do nosso goleiro ao ataque, eu estava lá nos gestos, caretas e atitudes do camisa 12 do verdão, eu estava lá no choro da derrota, eu estava lá na esperança do gol que não chegava, eu estava lá nas defesas, nas saídas de gol, eu estava lá nos olhos cheios de sangue do maior idolo que eu vi jogar, eu estava lá na dor da perda do seu pai, seu Ladislau, eu estava lá na desobediência das ordens do Luxa, eu estava lá lutando até o último segundo, eu estava lá vendo o título se distanciar, eu estava lá e vi meus companheiros sem a mesma vontade e raça que nós tínhamos, eu estava lá na ponta da chuteira do Marcão, eu estava lá.
Ontem eu me senti em campo no palestra, eu estava lá na ponta da chuteira do Marcão, eu estava lá nas subidas enlouquecidas do nosso goleiro ao ataque, eu estava lá nos gestos, caretas e atitudes do camisa 12 do verdão, eu estava lá no choro da derrota, eu estava lá na esperança do gol que não chegava, eu estava lá nas defesas, nas saídas de gol, eu estava lá nos olhos cheios de sangue do maior idolo que eu vi jogar, eu estava lá na dor da perda do seu pai, seu Ladislau, eu estava lá na desobediência das ordens do Luxa, eu estava lá lutando até o último segundo, eu estava lá vendo o título se distanciar, eu estava lá e vi meus companheiros sem a mesma vontade e raça que nós tínhamos, eu estava lá na ponta da chuteira do Marcão, eu estava lá.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Uma pausa no futebol
No último domingo Interlagos foi palco da maior decisão de todos os tempos da Fórmula 1.
O texto abaixo é Manihot Kadj Oman e está disponível em (http://manihot.wordpress.com/)
Última prova.
O Brasil vê a chance de comemorar um título depois de 17 anos do bi-campeonato de Ayrton Senna.
É difícil, mas o povo crê.
O mesmo povo “pobre e sofrido” que os cinemas adoram retratar lá fora.
O adversário (inimigo!) é inglês.
Negro, jovem, filho de imigrantes.
O extremo oposto da própria Fórmula 1.
E do brasileiro, que larga em primeiro - o inglês sai, inesperadamente, somente em quarto.
A corrida segue sem sustos ou emoções. Daquelas de dar sono. A única variável emocionante é a chuva, que vai e vem.
E que resolve se tornar personagem a cinco voltas do fim.
A confusão entre carros com pneus para pista seca e carros com pneus para pista molhada faz com que muitos pilotos tenham de retornar aos boxes.
E na dança das posições, o brasileiro segue na ponta.
O inglês é quinto.
Está no limite de pontos que lhe garante o título.
O sexto, colado nele, é o alemão sensação, surpresa do ano.
Com um carro bem pior.
“Não vai dar”, todos pensam.
Mas o inglês, por conta da chuva, havia parado para trocar pneus, e o alemão vinha mais rápido.
E, a duas voltas do fim, faz a ultrapassagem.
Ouço gritos da janela, no abastado bairro de classe média alta em que vivem meus pais.
A tela mostra a torcida em absoluto delírio.
E então entra em campo a velha máxima: os últimos serão os primeiros.
E eis que nela, a última curva, um outro alemão, o quarto colocado, não tem forças pra subir por conta de problemas de tração.
O inglês torna-se quinto outra vez.
E é campeão.
O povo chora a derrota de seu piloto.
Mesmo sendo o campeão muito mais povo do que ele.
E a Fórmula 1, talvez hoje o mais elitista - e branco - dos esportes, segue o caminho do golfe e se curva ao primeiro piloto negro campeão de sua história, fã de futebol e de Ayrton Senna.
Na última prova, o Brasil perdeu para o Brazil.
Ou será que foi o oposto?
*O título é referência à famosa prova do GP da Austria de 2002 onde, por decisão da Ferrari, Rubens Barrichelo teve que brecar para deixar Schumacher passar na reta final, deixando o narrador sem palavras depois de afirmar que dessa vez a escuderia não repetiria tal gesto - narração que ficou famosa na internet.
O texto abaixo é Manihot Kadj Oman e está disponível em (http://manihot.wordpress.com/)
Última prova.
O Brasil vê a chance de comemorar um título depois de 17 anos do bi-campeonato de Ayrton Senna.
É difícil, mas o povo crê.
O mesmo povo “pobre e sofrido” que os cinemas adoram retratar lá fora.
O adversário (inimigo!) é inglês.
Negro, jovem, filho de imigrantes.
O extremo oposto da própria Fórmula 1.
E do brasileiro, que larga em primeiro - o inglês sai, inesperadamente, somente em quarto.
A corrida segue sem sustos ou emoções. Daquelas de dar sono. A única variável emocionante é a chuva, que vai e vem.
E que resolve se tornar personagem a cinco voltas do fim.
A confusão entre carros com pneus para pista seca e carros com pneus para pista molhada faz com que muitos pilotos tenham de retornar aos boxes.
E na dança das posições, o brasileiro segue na ponta.
O inglês é quinto.
Está no limite de pontos que lhe garante o título.
O sexto, colado nele, é o alemão sensação, surpresa do ano.
Com um carro bem pior.
“Não vai dar”, todos pensam.
Mas o inglês, por conta da chuva, havia parado para trocar pneus, e o alemão vinha mais rápido.
E, a duas voltas do fim, faz a ultrapassagem.
Ouço gritos da janela, no abastado bairro de classe média alta em que vivem meus pais.
A tela mostra a torcida em absoluto delírio.
E então entra em campo a velha máxima: os últimos serão os primeiros.
E eis que nela, a última curva, um outro alemão, o quarto colocado, não tem forças pra subir por conta de problemas de tração.
O inglês torna-se quinto outra vez.
E é campeão.
O povo chora a derrota de seu piloto.
Mesmo sendo o campeão muito mais povo do que ele.
E a Fórmula 1, talvez hoje o mais elitista - e branco - dos esportes, segue o caminho do golfe e se curva ao primeiro piloto negro campeão de sua história, fã de futebol e de Ayrton Senna.
Na última prova, o Brasil perdeu para o Brazil.
Ou será que foi o oposto?
*O título é referência à famosa prova do GP da Austria de 2002 onde, por decisão da Ferrari, Rubens Barrichelo teve que brecar para deixar Schumacher passar na reta final, deixando o narrador sem palavras depois de afirmar que dessa vez a escuderia não repetiria tal gesto - narração que ficou famosa na internet.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Rodada à Paulista
Mais uma vez o título deve ficar com uma equipe paulista. Não estou aqui esnobando Cruzeiro, Grêmio e Flamengo, mas a rodada do fim de semana mostrou que São Paulo e Palmeiras estão realmente dispostos a manter a hegemonia do futebol paulista na competição.
Enquanto Grêmio e Flamengo tropeçaram dentro dos seus estádios diante de Figueirense e Portuguesa, tropeçaram sim, porque empate em casa numa hora dessas é barra pesada, e o Cruzeiro foi massacrado pelo Goiás em Goiânia, três gols em 15 minutos, dois deles do meia Paulo Bayer, São Paulo e Palmeiras venceram suas partidas com propriedade. O São Paulo não deu nenhuma chance ao mistão do Internacional, enquanto o Palmeiras foi até a Vila Belmiro e afogou o peixe.
São Paulo com 62, Palmeiras com 61, Grêmio com 60, Cruzeiro com 58 e Flamengo com 57 continuam a disputa pela taça, vantagem para o São Paulo, pois tem os adversários mais fracos, em pior situação está o Flamengo, cinco pontos atrás do líder. São Paulo está em ascensão, Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo estão mantendo a regularidade, já o Grêmio, por sua vez, está em queda livre, principalmente de futebol apresentado em campo, não estava merecendo as vitórias que conquistava na base da sorte.
Na próxima rodada tem Palmeiras x Grêmio no Palestra Itália, quem perder dá adeus a disputa, se der empate fica ruim para os dois, vai ser um jogo bastante nervoso, de muitas faltas e cartões. Vantagem para o Palmeiras, que joga em casa e com a força da torcida, apesar do desfalque de Kleber, seu principal jogador nesta reta final, em contrapartida, o Grêmio vem pressionado, sem a zaga titular e reserva, sem lateral direito e sem uma cara, esperar o quê do time gaúcho? Muita raça e vontade, só desta forma os tricolores poderam vencer o Palmeiras, mais vai ser difícil.
Enquanto Grêmio e Flamengo tropeçaram dentro dos seus estádios diante de Figueirense e Portuguesa, tropeçaram sim, porque empate em casa numa hora dessas é barra pesada, e o Cruzeiro foi massacrado pelo Goiás em Goiânia, três gols em 15 minutos, dois deles do meia Paulo Bayer, São Paulo e Palmeiras venceram suas partidas com propriedade. O São Paulo não deu nenhuma chance ao mistão do Internacional, enquanto o Palmeiras foi até a Vila Belmiro e afogou o peixe.
São Paulo com 62, Palmeiras com 61, Grêmio com 60, Cruzeiro com 58 e Flamengo com 57 continuam a disputa pela taça, vantagem para o São Paulo, pois tem os adversários mais fracos, em pior situação está o Flamengo, cinco pontos atrás do líder. São Paulo está em ascensão, Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo estão mantendo a regularidade, já o Grêmio, por sua vez, está em queda livre, principalmente de futebol apresentado em campo, não estava merecendo as vitórias que conquistava na base da sorte.
Na próxima rodada tem Palmeiras x Grêmio no Palestra Itália, quem perder dá adeus a disputa, se der empate fica ruim para os dois, vai ser um jogo bastante nervoso, de muitas faltas e cartões. Vantagem para o Palmeiras, que joga em casa e com a força da torcida, apesar do desfalque de Kleber, seu principal jogador nesta reta final, em contrapartida, o Grêmio vem pressionado, sem a zaga titular e reserva, sem lateral direito e sem uma cara, esperar o quê do time gaúcho? Muita raça e vontade, só desta forma os tricolores poderam vencer o Palmeiras, mais vai ser difícil.
sábado, 1 de novembro de 2008
Sorte, quero você do meu lado
Mais uma rodada se aproxima, os corações começam a bater mais rápido, a respiração aumenta, a ansiedade deixa os nervos à flor da pele. Tudo vale para que a torcida seja perfeita e culmine com uma grande vitória do time do coração. Os elementos, as estratégias, enfim, tudo que compõe as superstições já estão programadas, nada pode dar errado, cada torcedor faz o que pode para ajudar.
Eu e aminha cueca verde, sempre que estivemos juntos oVerdão não perdeu, ela já está pronta, limpinha, sequinha e passadinha, para que na hora do jogo traga a sorte e as boas vibrações para o PALMEIRAS.
E você, já deixou tudo arrumado para ajudar seu time, se tem alguma supertição ou algum objeto da sorte, como eu tenho, compartilhe com nós e, é claro, deixe tudo pronto, para não se sentir culpado, quando o seu time perder.
Eu e aminha cueca verde, sempre que estivemos juntos oVerdão não perdeu, ela já está pronta, limpinha, sequinha e passadinha, para que na hora do jogo traga a sorte e as boas vibrações para o PALMEIRAS.
E você, já deixou tudo arrumado para ajudar seu time, se tem alguma supertição ou algum objeto da sorte, como eu tenho, compartilhe com nós e, é claro, deixe tudo pronto, para não se sentir culpado, quando o seu time perder.
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